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Líder do Grupo Wagner está em lista de passageiros de avião que caiu na Rússia


Veículos locais informam que Yevgeny Prigojin e outras nove pessoas a bordo faleceram; ainda não há informação oficial O líder do grupo mercenário Wagner, Yevgeny Prigojin, estava em um avião que caiu na região de Tver, perto da aldeia de Kuzhenkino, na Rússia. De acordo com as primeiras informações da imprensa russa, outras nove pessoas também estavam a bordo da aeronave, um jato particular Embraer Legacy que voava de Moscou para São Petersburgo. Em junho, Prigojin organizou um motim, que durou menos de 24 horas. Depois, acabou exilado na Bielorrússia. Desde então, ele não era visto no país.

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Equipes de resgate estão no local.

"Havia dez pessoas a bordo, três delas eram tripulantes. Segundo informações preliminares, todos a bordo morreram", diz uma nota do ministério publicada pela agência RIA.

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A Agência Federal de Transporte Aéreo confirmou que o nome completo do líder do Wagner aparece na lista de passageiros. O jornalista Andrey Zakharov confirmou que Prigojin realmente voou da África para a Rússia e todo o estado-maior de comando do Wagner estava com ele.

“Será um milagre se ele estiver noutro avião”, dizem as fontes de Zakharov. Veja fotos de levante paramilitar do grupo Wagner na Rússia 14 fotos Veja fotos de levante paramilitar do grupo Wagner na Rússia

Na segunda-feira, Prigojin publicou o primeiro vídeo desde o motim fracassado contra a alta cúpula de Defesa da Rússia, em junho. O líder dos mercenários sugere, nas imagens publicadas no Telegram por canais de apoiadores, que estaria no continente africano. Em julho, Prigojin chegou a aparecer em um outro vídeo. Ele cumprimentava seus soldados na Bielorrússia, onde muitos se exilaram desde o motim contra a Rússia.

O Grupo Wagner, exército privado de mercenários que luta a favor da Rússia na atual guerra com a Ucrânia, foi fundado em 2014. Inicialmente, era formado por ex-soldados de elite altamente qualificados cujo líder é o oligarca Yevgeny Prigojin, ligado ao Kremlin. Em junho, no entanto, após vários alertas de que o Exército russo não estaria fornecendo armas suficientes para seus mercenários, Progojin liderou uma rebelião contra o Kremlin. Segundo o líder paramilitar, o ministro da Defesa russo, Serguei Shoigu, havia ordenado o bombardeio contra posições do grupo na Ucrânia.

Durante a rebelião, os combatentes de Wagner ocuparam o quartel-general do Exército no Sul da Rússia por várias horas e avançaram centenas de quilômetros em direção a Moscou. O motim terminou apenas 24 horas depois, com um acordo para que Prigojin fosse para a Bielorrússia. Putin também propôs aos combatentes do Wagner a integração ao Exército regular, a partida para a Bielorrússia ou o regresso à vida civil.

(A matéria original confirmava a morte de Prigojin, mas autoridades russas confirmam apenas que ele estava a bordo da aeronave)

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Na segunda-feira, Prigojin publicou o primeiro vídeo desde o motim fracassado contra a alta cúpula de Defesa da Rússia, em junho

Por O Globo


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